Prazer, me chamo Juliana B. Wagner!

Sou arquiteta há 13 anos, terapeuta holística há pelo menos 4 e meu riso é fácil desde que descobri meu propósito na arquitetura.

A partir de então,  dedico meu trabalho à todos aqueles que também acreditam que arquitetura de verdade é aquela que se constrói, amorosamente, de DENTRO pra FORA!

Dentre minhas outras formações, sou especialista em Design de Interiores, consultora de Feng ShuiThetahealer, Mestra em Reiki Usui Tibetano e em Terapia Estelar Multidimensional (Comandos Quânticos da Fraternidade Branca).

Também fiz cursos livres de Design Biofílico e Aromaterapia para Uso Diário e amo colorir meu trabalho com essencialismo, astrologia, ervascristais e neurociência, só pra deixar ele um “cadin” mais personalizado, embasado e multipotencial.

Arquiteta e terapeuta holística da Arquitetura com Essência

A reforma que começa DENTRO

Integrei todos os saberes acima descritos em um processo de autoconhecimento através da arquitetura.

Juntos, vamos iniciar este caminho pelo plano invisível do seu lar, limpando e aprimorando sua energia pessoal e a energia dos seus ambientes.

Se você quiser, podemos dar continuidade nessa reforma sutil observando a relação metafísica que existe entre você e o lugar onde vive, realizando pequenos ajustes e organizando seus elementos para que a energia flua melhor por aí e expanda, na graça e na leveza, todas as áreas de sua vida.

Por fim, e não menos importante, se desejar plasmar o fruto de tanta renovação, aqui, no plano matéria, conte comigo para concretizar este sonho através de um projeto de arquitetura de interiores biofílico e vibracional, que vai transformar os seus ambientes em uma experiência cotidiana saudável, sensitiva e sensorial, toda pautada na beleza da sua essência!

Minha história

No cenário conturbado em que me deparei após a formatura (em 2008), achei que o universo da arquitetura não era pra mim.

Veja bem…

Infelizmente, não fui apadrinhada por ninguém e o meu sonho de construir sonhos por aí parecia ser algo muito distante.

Não tinha experiência, nem voz, nem confiança… tampouco energia suficiente para falar sobre o que acredito.

Também tinha meus motivos para estar convicta de que não existiam ouvidos no mundo que quisessem me ouvir.

Foi assim que me dei conta de que era “eu por mim mesma” e abracei o caminho mais óbvio que se apresentou naquele momento.

Então, por sorte/azar/destino/merecimento, 10 anos da minha carreira foram dedicados ao serviço público em um cargo de arquiteta, concursada numa prefeitura.

Dentro dele, tive a honra de projetar grandes obras, como escolas e revitalizações urbanas com quilômetros de extensão.

Também contribuí na elaboração de leis do setor construtivo e analisei o trabalho de centenas de colegas de profissão.

Ou seja, foram 10 anos de intenso amadurecimento profissional, pois tive benefícios que a maioria dos arquitetos com mesmo tempo de vivência sequer tiveram a chance de experimentar.

Entretanto, foi neste mesmo caminho de excelentes oportunidades que acabei ADOECENDO.

Sim, adoeci. E não foi pouco!

Pois, salvo alguns colegas queridos, fazia parte do cotidiano lidar com gente mal intencionada.

Sem dizer que era comum ver todo amor colocado no meu trabalho se perder completamente em interesses alheios.

Frustrada, até tentei empreender em paralelo a este emprego…

Mas a jornada de trabalho se tornou ainda mais dura, exaustiva, a ponto de me desconectar gradativamente do meu próprio corpo!

Enfim, dentro daquela energia fui me apagando.

Mas, agora (fora dela e em outro nível de consciência), até por esses dissabores levanto minhas mãos para o céu e agradeço!

Porque, por mais difícil que tenha sido, por mais que tenha me descabelado, sou grata pelo impulso positivo que tudo isso me trouxe.

Acordei para a importância de realizar aquele meu sonho antigo de realizar sonhos.

Também me dei conta de que, naquelas forças contrárias, o mundo estava apenas me alertando sobre aquilo que preciso escolher para minha própria felicidade.

Foi na dualidade de tudo que foi vivido que aprendi a construir essa arquiteta (e pessoa) que sou hoje.

Adquiri experiência, dei vazão à minha voz, confiei em mim… ativei minha própria energia e passei a falar abertamente sobre o que acredito.

Se alguém não quiser me ouvir, tanto faz… agora me ouço!

E, assim, emergi da frieza em que o meu ofício havia se resumido ao buscar o AUTOCONHECIMENTO.

Fotos pessoais por Ingrid Pietra